A morte da mulher-maravilha e do super-homem

Foto: Steve Winter

Foto: Steve Winter

O mundo certamente encontra-se em processo de transformação e não há como negar a sensação de estarmos chegando ao ápice da transição de valores. Tudo parece borbulhar em prantos pelo tortuoso caminho materialista que percorremos; em gritos de guerra, frias e insanas, movidas pelos propósitos mais sombrios da alma humana; em completo desatino, a passos grosseiros sobre areia movediça.

Uma onda de eventos nos chocam e confrontam nossa habilidade para criar atalhos em direção ao bem estar espiritual. Alternativas positivas vão se opondo aos comportamentos inconsequentes, mas não encontram eco suficiente para neutralizar o maremoto.

Nossa resiliência está sendo ameaçada e a capacidade de amar testada permanentemente. O ensinamento bíblico “orai e vigiai, sem cessar”, nunca foi tão aplicável como agora. O cenário, de fato, é alarmante!

Porém, justamente em meio a tanta insegurança, sofrimento e desilusão, o mundo anuncia o tempo de despertar: é chegado o momento de abandonarmos o vício do super-herói e compreendermos que ninguém virá salvar esse planeta. Essa tarefa cabe a nós mesmos!

Sendo assim, é necessário nos desapegarmos do orgulho, da arrogância da razão e da rigidez do coração. A vida está aqui, batendo em nossa porta, numa súplica desesperada para brilhar em nós aquela centelha divina plantada na origem de tudo.

Esse é o tempo em que devemos eliminar o peso da culpa, aplicando a nosso favor o benefício do perdão para salvar a nós mesmos do paredão que erguemos para executar toda a possibilidade de sermos felizes na simplicidade da alma. É o instante preciso para deixar morrer todas as mulheres-maravilhas e super-homens que tentam, enganosamente, salvar o mundo, pois o necessário mesmo é resgatar a si próprios do falso humanitarismo, ecologismo e de qualquer outro “bandeirismo” que a moda tenha promovido para tentar garantir a sustentabilidade do planeta.

Somos seres comuns, mas almas dotadas de imensa força transformadora. Não estamos sozinhos e tudo o que precisamos é elevar nosso padrão vibratório para atingirmos as camadas mais positivas do universo, fortalecendo nesse espaço geográfico e físico a amorosidade entre nós.

É muito simples deixarmos morrer nossos superpoderes sombrios e agirmos como seres de luz que somos. A vida é um eterno presente e o nosso tempo é esse. Não podemos desperdiçar essa oportunidade!

Anúncios
Esse post foi publicado em Meditando e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para A morte da mulher-maravilha e do super-homem

  1. Carolina Brenner disse:

    Fantástico!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s