Um preconceito a menos

 

Não sou uma pessoa chegada à tecnologia. De fato, só consegui superar o desafio de criar esse blog e de mantê-lo até o momento, graças ao incentivo dos amigos e ao apoio técnico do meu filho. Risos à parte, a cada lição aprendida sobre uma cyber ferramenta, ele apresenta novas tarefas e “exige” que eu faça a lição de casa. O mais recente foi aprender a “subir” os vídeos numa conta no youtube para poder inserir nos posts depois. Como sou uma aluna aplicada, funcionou e agora já posso compartilhar algumas imagens com vocês.

 

Mas, meu professor não dá descanso! Disse que eu tenho que ficar de olho na estatística do blog. Segundo ele, isso funciona como um termômetro. Ajuda a entender a “temperatura” que os posts provocam nos leitores. E, pelo visto, essa é também uma orientação do pessoal que gerencia o wordpress.

 

Recentemente, eles mandaram um resumo do ano de 2011 (acredito que fazem isso para todos os blogueiros wordpress), com alguns dados interessantes como, por exemplo, quais foram os textos mais lidos, em qual dia houve maior número de visitas no blog, de onde acessaram os leitores, com quais palavras de busca encontraram o blog, entre outras informações que permitem compor um perfil.

 

Enquanto muitos blogueiros escrevem com a intenção de atingir um público cada vez maior e seguem à risca as dicas de como manter o seu blog atrativo, penso seguir um caminho totalmente desprovido da intenção de ser popular. Como disse uma vez a alguns amigos, escrevo pela arte de compartilhar experiências, ideias e reflexões. Na medida em que não consigo estar pessoalmente com meus amigos, vou fazendo minha catarse por escrito e contando com a paciência deles de “me ler”, ao invés de “me escutar”. Realmente, pouco importa a estatística.

 

Entretanto, no resumo que recebi, uma constatação me capturou. De acordo com os dados, o texto mais procurado no meu blog foi o da Gloria Kalil (Ser chique sempre). Tinha recebido uma mensagem com esse texto e, por considerá-lo bem pertinente, repliquei no blog. Para ser sincera, pensei: “acho que meus amigos não são do tipo que navegam no site da Gloria Kalil. Uma mensagem como essa, porém, precisa chegar até eles. Não custa nada divulgar. Afinal, blogar é isso mesmo. A gente pega daqui e leva pra lá. E pronto, a gente faz circular a mensagem e potencializa o conteúdo.”

 

Fazendo um parênteses, outro dia minha mãe me escreveu “apavorada”, porque eu tinha replicado no blog um texto que ela acabara de me enviar. Como na notificação que o sistema envia aos emails das pessoas que estão inscritas no blog o título aparece seguido da frase “by Andrea”, ela desconfiou que eu estava cometendo um plágio…. rsrsrs!!

 

Mas, voltando… pelo título desse post, acho que vocês já devem estar percebendo onde quero chegar com os primeiros parágrafos, não é mesmo?! Primeiro o meu preconceito sobre o site da Gloria Kalil. Segundo o estereótipo que criei a respeito dos meus amigos. O tapa com luva de pelica do resumo estatístico foi merecido.

gloria_kalilAproveitei a lição para entrar, eu mesma, no site da Gloria Kalil. Ser chique é superar seus próprios preconceitos. Obrigada, Gloria! http://chic.ig.com.br/

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